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de migucha Thais

pedra...
O distraído nela tropeçou... O bruto a usou como projétil. O empreendedor, usando-a, construiu. O camponês, cansado da vida, dela fez assento. Para meninos, foi brinquedo. Drummond a poetizou. Já David matou Golias, e, Michelângelo extraiu-lhe a mais bela escultura... E em todos esses casos, a diferença não esteve na pedra, mas no homem!
Não existe "pedra" no seu caminho que não possa ser aproveitada para o seu próprio crescimento.
Escrito por 100 noção do perigo às 09h56
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muita novela ...
Por vezes acho que o brasileiro assiste muita novela. É um hábito comum entre os autores inserir um personagem mau caráter na trama (alguém lembra do dono de uma raquete que espancava a “amada”?) que é que o autor fez com ele, no final da trama? Matou ... pura e simplesmente matou. Claro, o espancador-neurótico poderia ter sido advertido pela Delegacia da Mulher, poderia ter procurado fazer tratamento, mas, talvez, o autor considere que o brasileiro não compreenda que há diversas opções antes de matar um personagem, ou talvez o autor considere que a “amada” não deu parte na polícia então era culpada, que o sofrimento aumentava a audiência ... ou (pior) que o brasileiro gosta de carnificina, que a visão maniqueísta predomina em detrimento de ações racionalizadas. Política de mais circo do que pão.
Lendo a pesquisa do Datafolha verifica-se que “Para 15%, Lula deveria renunciar -mesmo percentual dos que acham que ele deveria se afastar temporariamente do cargo enquanto todas as denúncias contra seu governo são apuradas.”
Mesmo com desconfiança em relação ao direcionamento de pesquisas, esses são números a considerar. Porque, para muita gente, a solução pode ser matar o personagem, exila-lo (chô, cachorro morto). A questão da reforma política foi abordada na pesquisa? Não sei, não há esclarecimento sobre isso.
De verdade, fico muito aborrecida quando políticos choram diante das câmaras, quando a discussão é um terno Almeida-não-sei-das-quantas, ouvir bravatas de políticos cheios de pompa e circunstância. Vai me desculpar, é bem certo que a muita “hipocrisia”, como disse o sagaz Duda Mendonça, e “que acredita-se quando convém”, mas um boa-vida que freqüenta rinhas de galo (e talvez tenha ficado ressentido com a multa e a exposição negativa), não é exatamente um modelo de austeridade e honestidade. O bombástico depoimento de Duda acentuou a crise petista, e expôs o Presidente.
É visível que o país precisa de uma reforma política urgente, a começar pela estrutura das normas (leis) que classificam como certo ou errado uma determinada situação. O Presidente (que agora é o Lula, mas já foi o Collor, o FHC), o Congresso, os partidos, todos precisam tirar partido da crise. Mas tirar partido aprendendo, criando ou buscando alternativos que indiquem evolução ou amadurecimento. Decididamente tirar partido não precisa ser levar vantagem.
Hoje, pela manhã, Vicentinho (aquele do assessor homônimo) foi entrevistado em uma rádio local. Opinou sobre o comportamento padrão dos políticos eleitoreiros. Disse que o Banco Rural era uma armadilha. E foi profundamente realista afirmando que o PT vive uma crise sem precedentes, mas que já mobiliza-se para avaliar e definir o PROCESSO. A perspectiva de PROCESSO indica que as circunstâncias atuais, com atenção e coerência, podem tornar-se um passo decisivo para que o partido compreenda seu papel na sociedade.
Essa é uma regra boa? Antes de matar, procurar tratamento?
Escrito por 100 noção do perigo às 08h28
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tomatinho
Dia triste ... tô me sentindo um tomate podre! Por que???
Porque já vejo alguns esfregando as mãos e sorrindo, torcendo para que o vice-presidente assuma.
Vai me desculpar, mas não era hora de torcer, era hora de somar esforços, fazer uma boa faxina e colocar o serviço em dia.
Vai me desculpar, mas a massa do país (aquela que acreditou no Lula), é honesta e trabalhadora.Não precisa assistir a apoteose das elites (?) eleitoreiras.
Bom seria se, com um pingo de consideração com a base da pirâmide social ...
Virei um tomatinho piegas ... vai mal, vai mal.
Escrito por 100 noção do perigo às 16h42
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Categoria: Avaliação
Escrito por 100 noção do perigo às 09h09
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glup ... glup
Quando colocaram uma orelha com formato de orelha humana nas costas de um rato, eu quase explodi de rir. Era muuuito esquisito. Depois apareceu de tudo um pouco: clonagem, a sargento Rippley em 8 versões esquizóides, a notícia que a nossa cadeia genética não é muito mais complexa que a de qualquer outro mamífero, até novelinha brasileira sem pé nem cabeça, mas com muito ventre magrinho à vista e em cores. Os transgênicos, a legislação federal, a falta de conhecimento técnico dos legisladores, a nossa falta de conhecimento para adotar uma atitude diante da pesquisa biotecnológica.
Sinto-me quase imobilizada diante do gigante, meu raciocínio nem ousa ... quando eu penso que posso, vem a marola e ... glup ... cof-cof .... cof-cof.
A marola da vez eu encarei no Valor Econômico. Depois de ler algumas muitas vezes registro pra não esquecer (e ter onde consultar!)
Nos Estados Unidos existem mais de 1,4 mil companhias de biotecnologia, sendo que 314 têm capital aberto. Juntas, essas empresas valem cerca de US$ 311 bilhões. O financiamento à biotecnologia quadruplicou nos EUA em sete anos, para US$ 20,8 bilhões em 2004, um quadro no qual os fundos de capital de risco aparecem em posição privilegiada: eles respondem por 23,5% dos recursos ou US$ 4,89 bilhões.
No Brasil, faltam dados sobre o setor, mas o número de empresas é estimado em pouco mais de 300. A maioria desse grupo, segundo profissionais do setor, é formada de pequenos negócios. A conta também incluiria multinacionais que vendem seus produtos de biotecnologia no país, principalmente na área médica, mas não os desenvolve por aqui.
Na universidade, boa parte dos cientistas especializaram-se na biotecnologia verde - as aplicações para agronegócios. Os demais tipos de biotecnologia são a branca, que busca substituir o petróleo por outras fontes de energia, e a vermelha, de medicamentos. Para mim a boa notícia é que, com pesquisa local pode ser que a nossa dengue, a nossa malária, e até mesmo o ridículo bicho-de-pé (que não interessam comercialmente aos grandes laboratórios) recebam o tratamento que merecem!
Escrito por 100 noção do perigo às 16h39
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