Autoria do Feminino


Gabriela, um ser mulher

Desconfio, só um pouco, que os autores projetam as musas que desejam para si. Como é que Gabriela, expulsa do interior pela miséria e pela seca, cozinhava tão bem? Ah, quem cozinhava bem era a Zélia. Mas Zélia não era Amélia, era anarquista, graças à Deus!

De resto, há muitas versões ... Gabriela de Tom Jobim, Gabriela de Dorival Caimmy. A da Sônia Braga! Mas sempre Gabriela.

Um naipe é pouco para a história. Na composição de Tom Jobim, personagens se revelam em um longo desfile das impressões e marcas de Gabriela. Só uma voz não dá conta do recado.Reconheço a simplicidade de Gabriela, o ressentimento de Nassib e o destempero de Tonico, e o inconformismo do lavrador. Tem mais alguém? Talvez Malvina ... Faltou Malvina, a sensibilidade aguçada salvando a dignidade de Nacib. Ah, sim, Malvina me emociona. Enfim, Nacib queria fazer de Gabriela uma mulher "respeitada", destarte sua condição de retirante morta de fome, destarte seu feitio simples e gentil, e pouco afeito às convenções sociais. Quando o carnaval arrastou Gabriela, Malvina correu atrás e reduziu o escandalo. (Adoro o trecho da folia de carnaval.)

Gabriela e Carmem, mulheres subversivas; intensas em sua naturalidade para viver a vida, ávidas em suas buscas, em suas construções. Tolhidas pela possessividade. Uma domesticada, a outra eliminada sem direito a reclamar sua origem! Mas Carmem é uma outra versão, uma outra história.



Escrito por 100 noção do perigo às 23h59
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A ostra e o vento

Filme! Dos bons!

Baseado no livro de Moacir C. Lopes (leia um trecho aqui) A ostra e o vento sensibiliza, emociona.

A vida dos faroleiros, o conflito entre o medo da perda e o despertar da sexualidade revelado de forma poética e passional, o mistério exposto pelas expectativas e suspeitas de um saudoso amigo, a reconstituição do que permanece oculto e ignorado.

Vale a pena conferir!

Felizmente tem  trailler e vídeo da música tema no youtube. Infelizmente ainda não aprendi a publicar vídeos.

A ostra e o vento - trailler 

A ostra e o vento - Ná Ozzetti e André Mehmari

 Tem trecho do livro

E tem a composição, mais que perfeita, de Chico Buarque

A Ostra e o Vento

Vai a onda, vem a nuvem, cai a folha
Quem sopra meu nome?
Raia o dia tem sereno o pai ralha
Meu bem trouxe um perfume?
O meu amigo secreto põe meu coração a balançar
Pai, o tempo está virando!
Pai, me deixa respirar o vento! Vento!

Nem um barco, nem um peixe, cai a tarde
Quem sabe meu nome?
Paisagem, ninguém se mexe, paira o sol
Meu bem terá ciúme?
Meu namorado erradio sai de déu em déu a me buscar
Pai, olha que o tempo vira!
Pai, me deixa caminhar ao vento! Vento!

Se o mar tem o coral, a estrela, o caramujo, um galeão no lodo
Jogada num quintal, enxuta, a concha guarda o mar no seu estojo
Ai, meu amor para sempre, nunca me conceda descansar
Pai, o tempo vai virar!
Meu pai, deixa me carregar o vento! Vento! Vento, vento!

 

 



Escrito por 100 noção do perigo às 23h32
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Lembrando Spinoza

De certa forma, queremos que algo mude de um momento para o outro. Destarte nosso desejo, tudo em que estamos envolvidos precisa ser ajustado gradativamente, até que se complete talvez um ciclo, talvez uma obra. O tempo investido em algo que nos faz crescer e amadurecer parece, quase sempre, escoar como areia pelo vão dos dedos, mas como areia, não como água, o que nos dá uma certa vantagem: podemos comprimir os dedos.

Spinoza admitiu que “todas as coisas nobres são tão difíceis quanto raras”.

Todo comportamento humano resulta de desejo ou a percepção de dor. Mas Spinoza assinalou uma distinção crucial entre dois tipos de casos: Às vezes somos completamente descuidados das causas que estão ocultas e somos simplesmente subjugados pela força de nossas paixões momentâneas. Mas em outros momentos temos conhecimento dos motivos que nos movem e podemos participar como que de uma ação deliberada porque reconhecemos nosso lugar dentro do esquema principal de realidade como um todo.

Podemos participar, e isso supõe fazer escolhas, tomar decisões, assumir nosso lugar. Isso dá trabalho ... mas nos torna livres.

Para Spinoza, liberdade é autodeterminação, então quando adquirimos o conhecimento adequado das emoções e desejos que são as causas internas de todas as nossas ações, quando entendemos por que fazemos o que fazemos, então nos tornamos verdadeiramente livres.



Escrito por 100 noção do perigo às 20h18
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sonhos ...

Sonhos guaranis

é uma daquelas músicas que me tiram do chão. Simplesmente adoro, até as piores versões. Mesmo com os mais sofridos arranjos e mais desafinadas interpretações.

Por que? A letra é bela, e a música tem aquela sonoridade de fronteira à qual me habituei, e aprendi a gostar.

Sonhos guaranis (Paulo Simões)

Mato Grosso encerra em sua própria terra Sonhos guaranis
Por campos e serras a história enterra uma só raiz
Que aflora nas emoções E o tempo faz cicatriz
Em mil canções Lembrando o que não se diz

Mato Grosso espera esquecer quisera O som dos fuzis
Se não fosse a guerra Quem sabe hoje era um outro país
Amante das tradições de que me fiz aprendiz
Em mil paixões sabendo morrer feliz

E cego é o coração que trai Aquela voz primeira que de dentro sai
E as vezes me deixa assim ao Revelar que eu vim da fronteira onde
O Brasil foi Paraguai



Escrito por 100 noção do perigo às 22h07
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Hoje é 21 e eu não quero dormir

Hoje é 21 e eu não quero dormir, para não sonhar. Navego, remonto, reconto.

" O vocábulo texto, etimologicamente, contém a ântiga técnica feminina de tecer. E talvez o fato desse tricô de verbos e nomes, através do qual tentamos reter o sentido, ser designado por um termo quase têxtil não seja uma coincidência. A humanidade, espécie falante, é também a raça que se veste. A roupa pacientemente tecida nos contém, nos delimita, forma uma interface colorida entre o calor de nossas peles e a rigidez do mundo."

Lévy, Pierre. AS TECNOLOGIAS DA INTELIGÊNCIA: O FUTURO DO PENSAMENTO NA ERA DA INFORMÁTICA. Tradução Carlos Irineu da Costa.

 A moça tecelã, texto de Marina Colasanti

 



Escrito por 100 noção do perigo às 01h26
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Capítulo 4

Acomodados nas poltronas do ônibus seguiram durante a noite para Poço Seco. Pela vidraça Gutah observava uma tempestade distante. Raios revelavam a planície em recortes ocasionais, e ele concluiu que mesmo em dia claro havia pouco para ver. Nádia adormecera e retornara ao seu sono inquieto, articulando sons e movendo-se no estreito espaço. Esporadicamente apoiava-se em Gutah, para depois agitar-se novamente, interrompendo o repouso de Gutah. Ela acordou antes do sol raiar no horizonte, mas não disse nada. Tampouco fez perguntas quando desceram no terminal identificado por uma placa envelhecida como Rodoviária de Poço Seco e foram recepcionados por um velho motorista, que os conduziu em um caminhão igualmente velho por uma estrada mal pavimentada.

Górgia, o motorista, recepcionou Gutah com enorme prestatividade, atendendo à todas as perguntas, e percebendo que o rapaz estava cansado deixou-o dormir no banco. Quando Gutah acordou, Górgia iniciou uma conversa animada, da qual Nádia foi excluída ostensivamente. Ao chegarem ao posto de combustíveis Nádia reparou que de um lado a placa anunciava "último posto", e, no verso "primeiro posto". Abasteceram e seguiram pelo que havia de estrada, até tomarem uma via secundária, anunciada pelo GPS. Depois de um quarto de hora percorrendo o caminho quase sem identificação, Nádia avistou uma edificação baixa, da qual partiam cercas nas direções do norte e do sul. O portão se abriu, e um homem veio recepcioná-los, detendo em Nádia uma atenção grosseira.

Durante o tempo que permaneceram no pátio, Nádia reparou que as instalações eram antigas, mas fortemente resguardadas, percebendo que o que estivesse no interior daquelas cercas não saíria sem autorização. Quando seguiram para o interior, Gutah anunciou que estavam em Majaal. A extensão de terras desabitadas era muito maior do que Nádia previra, sequer havia uma estrada ou caminho para facilitar a orientação, de forma que a navegação dependia exclusivamente do monitoramento do GPS.

 Um ruído soou vindo do velho rádio do veículo, e Górgia atendeu, Gutah ouviu a comunicação com interesse e informou à Nádia que mantivesse a janela fechada. Nádia concentrou sua atenção, até que Gutah comentou:

- A matilha vem do oeste. - Nádia acompanhou o apontamento de Gutah e percebeu a mancha se formando no horizonte. Assustou-se quando os cães selvagens aproximaram-se. A aparência grotesca confundia-se com a ferocidade, tornando-os ameaçadores, mesmo à distância. Górgia comentou com Gutah:

- Antes da estiagem temos que fazer uma caçada. Madrinha teve filhotes.

Nádia afundou no banco, revoltada com a ideia de caçar os cães, pois acreditava que deviam ser acolhidos e tratados. Chegaram ao ponto mais alto da área, e então Gutah explicou que estavam chegando em Várnia.



Escrito por 100 noção do perigo às 03h47
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ainda funciona!

Minha memória ainda funciona e capacita-me a fazer funcionar meu bloguinho original!

Deu saudade!



Escrito por 100 noção do perigo às 23h58
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E aí?

O que eu faria se me retasse só esse dia?

Nada ... preferia que tivesse terminado ontem ... guardava na retina a beleza do Barreira Roxa, do céu azul, das nuvens sobre a praia de Areia Preta.

Morrer essa noite não teria tanta graça. Levaria nos ouvidos o som do trânsito, a impaciência das pessoas ... chato demais ... nascer também deve ser chato. Pensa: lá está o ser, mergulhado em um silencio confortável e morno, aquela rotina de outro intestino que o ser insiste em perturbar, de repente vem os solavancos, a pressão, a luz intensificada pelas lâmpadas da sala de cirurgia. Depois o cansaço, nada na retina (que ainda nem está bem formada), aquilo tudo embaçado, o ar frio sacundindo as narinas, invadindo a faringe, rescendendo a formol.  E mais cansaço, dores no corpo espremido feito laranja ...

Anotação para a posteridade: na próxima quero nascer de cezariana!



Escrito por 100 noção do perigo às 19h21
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Desejo de mudança

Tenho pensado em mudanças ... quando for eu aviso!



Escrito por 100 noção do perigo às 18h36
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Está circulando no orkut

 *Vc é uma Autarquia.
*Vc é a tampinha premiada de Coca-cola.
*Vc é um Litro de Cana Ypioca 150 anos.
*Vc é um chip 31 anos.
*Vc é um cd do Aviões ao vivo.
*Vc é uma panela de brigadeiro.
*Vc é um ingresso pro show dos solteirões.
*Vc é uma fitinha de São Francisco do canindé.
*Vc é o troco em big-big.
*Vc é um cartão de crédito com limite acima de R$ 10.000,00.
*Vc é a tampa mordida da caneta bic.
*Vc é o dedo que tá faltando no Lula.
*Vc é o He-man pastorando o castelo de Greyscow.
*Vc é um carnê quitado.
*Vc é um cel q bate foto e toca MP3.
*Vc é um ventilador no 3, em Mossoró.
*Vc é um caminhão carregado de Kinder Ovo.
*Vc é uma goleada do Brasil contra a Argentina.
*Vc é uma aposta na Mega Sena.
*Vc é uma chuva no deserto.
*Vc é o alívio na hora da dor.

Vixe... Será q eu enchi tua bola???!!!!



Escrito por 100 noção do perigo às 15h18
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Passo a passo

Vou indo. Passo a passo.

Quase nem me pergunto para onde foram as intenções, os desejos, os sonhos.

Pouco lembro dos sonhos, dos receios. Tenho só o inconformismo, pois que ainda sou capaz de reagir ao que percebo acontecer, num desenrolar quase profano, rompendo as crenças mais sagradas.

Aos 40 nem me sinto segura. Quase nem sinto nada, é mais fácil viver respirando leve, caminhando através das ruas, conversando com estranhos. Difícil é contemplar o conhecido, difícil é quando o conhecido me recorda que eu ainda sou gente (quando na verdade) eu quase esqueço que ocupo espaço no mundo dos mortais.

Nem sei se queria embora ou ficar ... acreditando que não faz diferença. Acreditando que tudo permanecerá igual, que só me transformo a medida que acrescento ... hoje conversei com um gari analfabeto e me senti "bem a vontade" para sorrir e manter a conversa. Depois percebi que aquela conversa, sem conteúdo ou teses, foi a melhor do dia.



Escrito por 100 noção do perigo às 19h49
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um pouco de saudade

"Um anjo vem todas as noites:
senta-se ao pé de mim, e passa
sobre meu coração a asa mansa,
como se fosse meu melhor amigo.
Esse fantasma que chega e me abraça
(asas cobrindo a ferida do flanco)
é todo o amor que resta
entre ti e mim, e está comigo."

(Lya Luft)



Escrito por 100 noção do perigo às 18h23
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As horas passam, mas o bode não

Trabalho de frente para o mar, viu gente? No intervalo do almoço corro para uma certa escada onde bate uma sombra estratégica e fico lá olhando e ouvindo as ondas. A estação não colabora muito, chove milagrosamente em Natal. Mas não vou à praia.  Não que eu não goste ou que a chuva atrapalhe, o problema são os esgotos lançados à beira mar. No próximo dia 16 completo 90 dias do contrato de experiência. Aí terei certeza da minha situação e conto mais.

Enquanto isso prefiro adiar qualquer notícia, até porque não sei como vai ficar. Se eu confio no meu trabalho? Confio, sim. Senão não me deixava consumir nas labaredas da paixão (pelo conhecimento, viste?). Mas sei o suficiente de política para perceber que ser um bom profissional não basta.

Ainda ontem ouvi uma geógrafa (lembrem-se que também sou geógrafa) dizer que haviam profissionais que se viam obrigados pelas circunstâncias a assinarem EIA-RIMAs (documentos de licenciamento ambiental) com os quais nem sempre concordavam. Juro que quis esganar a coitada, vítima da minha intolerância ou da própria ingenuidade.

Não vou dizer que seja culpa dela, reconheço a minha culpa por achar que não há nada de profissional em assinar (sem questionar) um documento que atinge a vida de milhares de pessoas (pensem um pouco no Rio São Francisco). Para mim parece óbvio que o tal "assinante" seja formado, que tem um registro no CREA, mas isso não faz dele um profissional.

Assim como é óbvio que todo mundo acha que geógrafo, matemático, físico, biólogo, químico e historiador, só podem atuar como professor de adolescente, tendo como ponto alto da carreira estacionar numa universidade (nem que seja o carro no estacionamento da pós-graduação).

E a culpa é desses "profissionais" que fazem "caca", e jogam na lama a ciência. Deu bode, viu?

 

 



Escrito por 100 noção do perigo às 18h23
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Atualizando

E daí que lá da CeA disseram que não pretendiam ofender ninguém ...

Fazer o quê? Me conformar com o fim do romantismo?

Tava mais divertido acrescentar coisas novas e acreditar piamente em apimentar a relação. Mas deixa estar que finalmente cheguei à Idade da Loba. Cuide aí que é Loba com maiúscula mesmo, embora eu ainda não tenha descoberto bem ao certo o que isso quer dizer. Só sei que cheguei aos 40.

Cuide (de novo) que não foi muito fácil. Muitos riscos e risos depois, algumas turbulências e calmarias, perdas de todos os calibres, finalmente a pele vincou, coberta de rugas. Dia desses encontrei mais uma e fiquei um bocado irritada por não ser mais míope, porque se fosse não a teria visto e não teria buscado verificar a simetria quase perfeita.

Já dizia Simone, a francesa, que são os outros que nos dizem que estamos envelhecendo. Sou obrigada a discordar dela. Eu mesma vejo, porque enxergo bem demais, literalmente. Também enxergo os fios brancos, e embora me deleite com a aparência metálica, sei que são sinais do envelhecimento do corpo físico. Fiz relaxamento para reduzir o volume, o produto deixou esverdeados os fios grisalhos, agora todo mundo pergunta onde eu fiz as luzes ... vá entender uma coisa dessas ... 

Eu não entendo essa de Loba, com meus hormônios declinando na curva natural. Assumo dia-a-dia que sou do século passado. Meio relíquia, meio assunto de preservação ambiental.  

 



Escrito por 100 noção do perigo às 20h54
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Susto no shopping!

Podem me chamar de carola ou moralista, mas eu tomei um susto enorme quando folheei o encarte promocional da CeA (intendeu?) do dia dos namorados.

O mote da campanha eu achei genial (Papai-mamãe, não!), a qualidade das fotos sugere uma super-comemoração em um hotel, tem uns ícones muito sugestivos, tem uns dados para jogos eróticos, até aí gostei, achei uma campanha bastante atraente.

Só não gostei das fotos de adolescentes no encarte. Adolescente namora sim, é verdade; também faz guerra de travesseiro e compra lingerie; também gosta de experimentar novidades ... independente dessa realidade, a leitura que faço é que consumidores de 10 a 16 anos (tá lá no encarte, viste?) poderiam ter um encarte separado, melhor dirigido à tal público. E se a desculpa for que o consumo é de livre arbítrio, convém bater em algumas eternas teclas como uso de preservativos. Escrevi para C&A sugerindo que a cada compra de adolescente entreguem um preservativo masculino ou feminino.

Tô exagerando?



Escrito por 100 noção do perigo às 17h54
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